E-commerce ainda passa por desafios no Brasil

Clara Dias

No ano de 2017, foram realizadas mais de 55 milhões de compras virtuais, 15% a mais que em 2016. Tudo isso graças à consolidação do modelo marketplaces e aumento no volume de clientes.

Diferente do ano retrasado, que apresentou a primeira queda de vendas, 2017 registrou um aumento de 3,9% na quantidade de pedidos.

Segundo o André Dias, diretor-executivo da Ebit, o e-commerce está crescendo na casa dos dois dígitos em 2018, “mantendo-se como um dos setores mais atrativos para grandes varejistas e também para pequenos empreendedores no Brasil”.

Para o diretor-executivo, em 2018, as grandes lojas aproveitaram as vantagens dos marketplaces como a variedade de produtos, aumento de receita que melhorou as margens de lucro e o crescimento de vendas em mercados de nicho.

Para que o Brasil obtenha sucesso do modelo, ele depende de três fatores fundamentais. De acordo com o porta-voz da Ebit, os lojistas precisam de uma rápida e fácil integração, criação de uma gestão de qualidade de atendimento e serviços e um ótimo processo operacional para gestão de estoque, frete e entrega.

Dados da unidade especializada em informações de comércio eletrônico prevê que a migração de vendas para o online continuará forte e com um crescimento de 12% no faturamento do setor, atingindo um total de R$ 53,5 bilhões em 2018.

“O volume de pedidos no e-commerce deverá ser 7,7% maior em 2018, atingindo um total de 119,7 milhões de pedidos”, revela André.

O profissional ainda diz que as previsões para 2019 dependerão dos resultados das eleições e da política econômica adotada.

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Clara Dias

Estudante de jornalismo que tem uma queda por Marketing Digital e viajante nas horas vagas.

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